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Autor:
Reinaldo
de Souza Couto Filho
Editora: Lumen Juris
Publicação: 2005
Sinopse: O patrimonialismo virtuoso que, inicialmente,
livrou o homem do arbítrio do poder absoluto, após cumprir a
sua gloriosa função, foi deturpado para colocar o indivíduo
em segundo plano, mas, no século atual, a sua versão
corrompida que existe com um fim em si mesma tem sido, aos
poucos, sufocada pelo humanismo trazido pelo princípio da
dignidade da pessoa humana. Neste contexto, o autor desejou,
através de uma interpretação sistêmica e dos fundamentos da
lingüística, mostrar que o bem de família legal não
representa essencialmente um instituto de exclusão do crédito,
sendo tão somente um instituto garantidor de princípios e
regras constitucionais. Finalmente, chega à conclusão de que a
compatibilidade entre o comércio jurídico, baluarte do
desenvolvimento da riqueza humana, e a proteção à dignidade
da pessoa humana é possível e pode ser extraída do
ordenamento jurídico nacional. |